Nos últimos dias da Segunda Guerra
Mundial, muitos mistérios e lendas
envolvem os submarinos da Alemanha
nazista. Hitler e seus principais
assessores depositavam grandes
esperanças na frota submarina alemã e,
em certa medida, ela realmente
correspondeu a essas expectativas,
perseguindo embarcações aliadas e agindo
com brutalidade nos mares. Olá, pessoal.
Mesmo quando já estava claro que a
Alemanha estava prestes a perder a
guerra, nos momentos finais do conflito,
os submarinos alemães continuaram
operando ativamente, realizando todo
tipo de missão secreta, algumas delas
extremamente perigosas. Seja bem-vindo
ao nosso canal Pipa. Eu sou Deluca e se
você ainda não se inscreveu aqui no
canal, aproveite agora e se inscreva. E
hoje quero contar para você a história
de uma dessas operações desesperadas. A
última tentativa de um predador ferido,
ainda letal, de mudar o rumo da guerra.
E aí, preparado? Vamos nessa.
Não era Gibraltar, mas a América.
Essa história começa no outono de 1943,
quando a frota de submarinos alemã foi
reforçada com um novo modelo, o IXC40.
Esse tipo de submarino foi construído
nos estaleiros da Alemanha entre os anos
de 1942 e 1944.
Ao todo, foram fabricadas 87 embarcações
no modelo ISC40.
Para os padrões dos submarinos, a diesel
da época era uma embarcação de grande
porte. 76,5 m de comprimento, 6,86 m de
largura e 9,6 m de profundidade. Sua
principal vantagem era a enorme
capacidade de combustível, que permitia
navegar por 13.450
milhas, cerca de 25.000 km, sem
reabastecer. E foi justamente esse
grande raio de alcance que definiu o
destino do Bolat. A primeira e como
depois se descobriria a única missão do
U869
começou no dia 8 de dezembro de 1944
com a partida do porto de Christian Sun
na Noruega. Mas o trajeto que o
submarino realmente seguiu ainda hoje é
motivo de profundas divergências entre
os historiadores militares. Segundo uma
corrente, a missão original seria
patrulhar as águas ao redor do estreito
de Gibraltar. Já outra versão afirma que
três semanas depois do início da viagem,
o comando da frota de submarinos da
Alemanha enviou uma nova ordem ao
capitão do U869,
o tenente comandante Helmut Norborg,
ordenando que ele patrulhasse as águas
próximas ao porto de Nova Jersey, nos
Estados Unidos. Essa teoria da missão na
costa americana só começou a ser
discutida nos anos 90. Claro, também é
possível que o destino inicial tenha
sido realmente Gibraltar, mas que depois
o alto comando alemão teria alterado o
plano e redirecionado o submarino para a
Nova Jersey. Afinal, nos últimos meses
antes da queda do terceiro Rich, o caos
no comando militar alemão era total e
ordens completamente contraditórias
circulavam por toda parte. Com o avanço
das investigações, a hipótese de que a
viagem para a costa americana já estava
nos planos desde o início e que o
destino Gibraltar era apenas um desface,
passou a ganhar bastante força. De
qualquer forma, os registros oficiais do
comando alemão indicam que a partir de
20 de fevereiro de 1945,
o U869
foi dado como desaparecido na região de
Gibraltar. A conclusão se baseava no
fato de que naquela data o contato por
rádio com submarino foi interrompido.
Além disso, há registros de que no dia
28 de fevereiro, o contra torpedeiro
americano Fuller e o caça submarino
francês Lind Cre atacaram o submarino
alemão na região de Gibraltar. Mas aí
surge uma contradição importante. Se o
U869
desapareceu em 20 de fevereiro, então
que submarino foi atacado no dia 28? Os
documentos dos navios americanos e
franceses não especificam qual submarino
foi afundado, o que levanta dúvidas até
sobre a própria existência de uma
embarcação abatida. Mesmo assim, por
muito tempo, o mérito pela destruição do
U869
foi atribuído ao Fler e ao Liiscr e
acreditava-se que os 56 tripulantes
haviam morrido no estreito de Gibraltar.
Mas ainda há um 57º tripulante que
merece ser mencionado, Herbert Gevski.
Ele contraiu pneumonia antes do
submarino deixar o porto norueguês e
ficou em terra, sendo assim o único
sobrevivente da tripulação. A virada
nessa história dramática só aconteceu em
1991.
No dia 2 de setembro daquele ano, 46
anos após o suposto afundamento em
Gibraltar, os destroços do submarino
foram encontrados perto da costa de Nova
Jersey. A descoberta foi feita
totalmente por acaso por um grupo
americano de mergulhadores liderado por
John Chatterton. Segundo relatos, uma
rede de pesca presa ao casco do navio
teria ajudado na localização do
submarino. Os mergulhadores ficaram
intrigados. Afinal, o que havia
enroscado naquela rede? O submarino
estava a 77 m de profundidade, um limite
extremo para mergulhos sem trajes
especiais. Para praticantes de mergulho
autônomo, chegar a essa profundidade é
extremamente arriscado. De fato, o
próprio artigo da Wikipédia menciona que
três mergulhadores teriam perdido a vida
durante as tentativas de exploração. A
descoberta de um possível submarino
nazista provocou desconfiança por parte
das autoridades americanas, dificultando
ainda mais as investigações.
O parecer oficial era: “Não há como U869
estar ali”. O curioso é que já em 1941,
o exército americano tinha informações
sobre os preparativos nazistas para
operações ofensivas contra o território
americano. Em dezembro daquele ano,
diversos submarinos alemães cruzaram o
Atlântico em sigilo, prontos para atacar
a frota americana a qualquer momento. A
Alemanha planejava a chamada operação
Drum Wall, uma campanha contra navios
mercantes americanos, considerados alvos
fáceis para os alemães, que já tinham a
experiência de dois anos de guerra
contra os britânicos. O próprio
comandante Eric Top do submarino U52
relembra que em apenas uma semana de
janeiro de 1942,
a embarcação afundou 10 navios na costa
leste americana. Mesmo sem apoio oficial
do governo americano, os mergulhadores
John Chatterton, John Yurga e Rich Coler
passaram dois anos recuperando
cuidadosamente artefatos dos destroços,
o que acabou eliminando qualquer dúvida
sobre a origem do submarino. O primeiro
artefato recuperado foi uma parte do
casco marcada com a águia e a suash
nazista, além da data de construção,
1942.
Depois surgiram outros itens. Um tanque
de oxigênio com data de fabricação de 15
de abril de 1944.
Uma faca com o sobrenome do seu dono
gravado. Uma placa de alumínio do mastro
do snorkel. Nessa placa aparecia o nome
do estaleiro de ma e o modelo do navio
C. Vasculhando documentos antigos, John
encontrou o sobrenome Horenburg na lista
de mortos do U869.
o mesmo nome gravado na faca. Muito
provavelmente o dono daquela faca era
Martin Renburg, o técnico responsável
pela manutenção do submarino. Com todas
essas evidências, os mergulhadores
passaram a ter certeza de que o
submarina encontrado era de fato o U869.
Mas para as autoridades americanas isso
ainda não era suficiente. Então os
incansáveis mergulhadores continuaram
vasculhando os destroços em busca de
novas provas. Finalmente, em 31 de março
de 1997,
6 anos após a descoberta, eles
conseguiram a prova definitiva. Naquele
dia, retiraram uma caixa de madeira da
sala dos motores elétricos. Dentro da
caixa viu uma placa de plástico com
letras bem nítidas, U869.
Atualmente, boa parte da trajetória do
submarino U869
foi reconstruída graças às informações
registradas no sistema Ultra. Ultra era
o nome da operação de espionagem dos
aliados que conseguiu interceptar e
decifrar as comunicações do Auto Comando
nazista durante a Segunda Guerra.
Segundo esses dados, o almirante C
Donit, que depois assumiria o lugar de
Hitler, inicialmente ordenou que o U869
fosse para a costa americana atacar
navios inimigos. A comunicação de 29 de
dezembro mencionava operações militares
nas imediações da Philadélphia. No dia 6
de janeiro de 1945,
o capitão Nelberg confirmou por rádio
que o Y Bolt estava ao sudeste da
Groenlândia, conforme as ordens. No
entanto, pouco antes disso, Donits havia
mudado de ideia e ordenado que o
submarino se dirigisse para Gibraltar.
Pode ter sido uma tentativa de despistar
os aliados, ou talvez o último
comunicado nem tenha chegado ao destino.
De qualquer forma, o U869
seguiu rumo à América. Enquanto isso, a
frota aliada esperava por ele em
Gibraltar. Em 22 de fevereiro afundaram
o submarino alemão U300 e no dia 28
reportaram a destruição de outro
submarino não identificado próximo ao
Marrocos. Tanto os aliados quanto a
marinha alemã acreditaram por muito
tempo que esse segundo submarino era o
U869.
Qual foi a causa da explosão do U869?
O que realmente aconteceu com o U869?
continua sendo até hoje objeto de
especulação. A teoria mais aceita é que
ele tenha sido atingido por um dos seus
próprios torpedos, que teria feito uma
curva em arco e retornado, explodindo
contra o próprio casco. Mas ao mesmo
tempo, o casco do submarino apresenta
marcas claras de ataques com cargas de
profundidade lançadas por inimigos.
Desde o início, os mergulhadores que
encontraram o Yolt estavam convencidos
de que ele havia fundado por causa de um
torpedo disparado por ele mesmo. A base
dessa teoria está no tipo de dano
encontrado na sessão central do
submarino, justamente onde ficava a sala
de comando. O historiador americano Clay
Blair em seu livro A guerra submarina de
Hitler 1942-195
cita vários casos semelhantes em que
torpedos lançados por descuido
descreveram um arco e retornaram para
atingir o próprio submarino que os
disparou. No entanto, segundo o parecer
oficial da Guarda Costeira dos Estados
Unidos, o U869
foi afundado no dia 11 de fevereiro de
1945,
após um ataque com cargas de
profundidade realizado pelos
contratorpedeiros Howard the Crow e
Conor. E de fato, o casco do submarino
apresenta centenas de marcas típicas de
danos causados por explosões de cargas
de profundidade. A dúvida que fica é se
ele foi atingido por essas cargas, como
ainda conseguiu disparar torpedos depois
disso? Ou será que foi o contrário? O
YouTolt foi destruído pelo próprio
torpedo primeiro e só depois, já no
fundo do mar, foi alvejado pelas cargas
de profundidade.
Qual era a missão secreta do U869?
O verdadeiro mistério sobre o Will Bolat
ainda permanece sem solução. É possível
que a missão real da embarcação fosse
infiltrar agentes secretos ou
sabotadores no continente americano. Um
pedaço de papel encontrado dentro do
submarino, escrito em inglês, pelo menos
sugere essa possibilidade. Também há
dúvidas quanto ao número de pessoas a
bordo. A lista padrão de tripulação para
esse modelo de submarino previa quatro
oficiais e 44 marinheiros, mas no U869
havia 56 homens. Quem seriam esses oito
tripulantes extras e que tipo de missão
eles teriam recebido para embarcar?
Provavelmente nunca saberemos essa
resposta. Ainda assim, quando comparamos
o U869
a outros submarinos nazistas que
desapareceram durante a Segunda Guerra,
podemos dizer que ele teve mais sorte.
Afinal, o local de sua tragédia foi
finalmente identificado e as pessoas que
ainda estavam vivas no final dos anos 90
puderam ao menos saber onde seus entes
queridos perderam a vida. De acordo com
diversos registros, cerca de 1000
submarinos do terceiro Rich foram
afundados durante a guerra e outros 116
foram deliberadamente destruídos ou
afundados pelos aliados depois do
conflito, como parte da chamada operação
de se você curtiu esse vídeo, não
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redes sociais. Muito obrigado por
assistir até o fim. Um forte abraço e a
gente se vê no próximo vídeo aqui no
canal Pipa. Até lá.
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